domingo, 10 de janeiro de 2010

Franz Kafka, "O Covil"



"N´O Covil, uma das poucas obras na primeira pessoa, uma toupeira constrói um emaranhado de túneis e armazéns de alimentos, criando assim um fortaleza que o protegia de todas as ameaças do exterior. Kakfa fantasiava com o local de trabalho perfeito, onde o silêncio reinava, desligado por completo do mundo. A comida era-lhe levada e ele teria apenas que se deslocar numa curta distancia para a conseguir, comendo-a logo de seguida antes que algum contacto humano o fizesse perder a concentração. Ele sempre gostou de se transformar em animais, sendo os seus favoritos os rastejantes ou que se escondessem com facilidade"

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